Ontem (29/10) dei um pulo na inauguração de umas das lojas do Grupo Pão de Açúcar (Extra Perto) na Avenida Caxangá. Como toda inauguração, estava lotado. Gente pra tudo que é lado e algumas promoções, míninas, para enganar o povo. E povo tinha de muito. Uma "Mundiça" (expressão nordestina) triste. Mal educada, sem qualidade para estar naquele local. Passei num corredor de bebeidas, eu estava procurando água mineral com gás São Lourenço, por incrível que pareça tinha até Perrier, trouxe as duas pra fazer a comparação. (Todas duas tem meu apoio, mas, a brasileira cai no meu gosto). Nesse mesmo corredor estava dois senhores, fardados, com a camisa da empresa EXTRA. Pelo sotaque, tenho certeza, não era do Estado. Os dois comentavam da falta de educação do povo que estava alí. Nem todos eram mal educados, eu me incluo, mas a maioria era mal educada sim. A educação primária, aquela que nasce dentro de casa tinha se extiguindo naquele momento. Parecia um safari urbana, onde, animais brigavam pelas mais diversas promoções. Caixa Carne de Hambúrguer (R$ 1,19), Margarina tal.. (R$ 1,20), Desifetante, Sabão em Pó, e assim vai as diversas coisas. Hum! Pensei cá comigo, esse preço deve tá podre. Eles não fazem isso por um acaso. Fui lá no catinho, quase apagado, de algumas mercadorias e lá estava a data de validade: SEM COMENTÁRIOS. Eles pensam que algumas pessoas são idiotas. Nessa eu não danço. Mereçe até uma denúnica na vigilância sanitária. Mas como ainda faltava uns 3 dias para vencer deixo pra lá. Mas a falta de edução do povo não só se prende a briga por promoções não. Sempre, em algum canto existe aqueles petiscos que você educadamente, tira um ou até dois (no máximo) pra testar o produto. Ahhhhhh, meu amô! (como diz cinderela) Até o suporte com os tais pesticos o povo levou. Tanta criança, que parecia mais que tinha passado a "Fome dos 70". Esses são uma coisa séria enchem a mão e ainda saem com a boca cheia. (Quando criança tentei fazer isso. Foi a primeira e a última. Minha mãe olhou para mim, vi dos seus olhos sairem fogo, como se disesse: Em casa a gente se vê. Logo de ante mão, devolvi o que tinha na mão e fiquei do seu lado. E quando cheguei em casa ela olhou para mim e disse: Essa foi a primeira e aúltima vez que você fez isso, está me ouvindo. CAbousse! Nunca mais.).
Por fim, entrei na fila, uma hora de relógio. Percebi outra coisa também. vi que muita coisa da loja não era tão nova assim. As prateleiras estavam ruídas, reaproveitadas de outra loja, era evidente. Caixas e computadores também. Paredes mal pintadas (era a pressa para inaugurar rápido e enganar o povo), e o povo iludido.
Ai Deus, Jah, Oxalá e quem vier mais para amarrar (segundo os protestantes)
Isso dá uma novela.
São histórias...
Sigo nas paz.
"Você merece, você merece, tudo vai bem, tudo legal. Cerveja, samba e amanhã, Seu Zé, se acabar em seu carnaval..." Gonzaguinha in Comportamento Geral.
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